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Bibliografia

Livros Publicados

Histórias das Quebradas do Mundaréu. 2004. Editora de Cultura.
Coletânea de contos anteriormente publicados no jornal Última Hora, SP.
1ª edição 1973. Editora Nórdica.

Coleção Melhor Teatro:
Barrela, Dois Perdidos numa Noite Suja, Navalha na Carne, Abajur Lilás, Querô.

Setembro de 2003. Editora Global.

Uma Reportagem Maldita - Querô. Romance, 1999, Publisher Brasil (9ª edição).
1ª edição 1976. Editora Símbolo.
Outras edições: 2ª até 8ª, Edição do Autor. 8ª edição, 1992, Editora Maltese.

O Truque dos Espelhos. Contos autobiográficos, 1ª edição 1999. Una Editoria.

Na Trilha dos Saltimbancos
1º caso: O Assassinato do Anão do Caralho Grande. Conto, 199?. Edição do Autor.

O Assassinato do Anão do Caralho Grande. Noveleta policial e peça teatral.
1ª edição 1996. Geração Editorial.

Figurinha Difícil - Pornografando e Subvertendo. Relatos autobiográficos.
1ª edição 1996, Editora Senac.

A Dança Final. Teatro, 1ª edição 1994. Editora Maltese.

Teatro Maldito. Teatro, 1992. Editora Maltese.
Contém as peças Barrela, Dois Perdidos Numa Noite Suja e O Abajur Lilás.

A Mancha Roxa. Teatro, 1988. Edição do Autor.

Canções e Reflexões de um Palhaço. Textos curtos, 1987. Edição do Autor.
Textos curtos: O Ator, As Visões (poema), Sempre em Frente, O Ideal (poema).

A Figurinha e Soldados da Minha Rua. Histórias Populares - relatos autobiográficos.
1986. Edição do Autor.

Balada de um Palhaço. Teatro, 1986. Edição do Autor.

Madame Blavatsky. Teatro, 1985. Edição do Autor.

Na Barra do Catimbó. Romance, 1984. Edição do Autor.

Homens de Papel & Barrela. Teatro, 1984. Edição do Autor.

Dois Perdidos numa Noite Suja. Teatro, 1984. Editora Parma.
1ª edição 1978. Editora Global.

Navalha na Carne & Quando as Máquinas Param. Teatro, 1984. Editora Parma.

Jesus-Homem. Teatro. Edição do Autor, 1982
1ª edição 1981. Editora do Grêmio Politécnico.

Prisioneiro de uma Canção. Contos autobiográficos. Edição do Autor, 1982.

Inútil Canto e Inútil Pranto pelos Anjos Caídos.
Contos, 1ª edição 1977. Editora Lampião. Edição posterior Edição do Autor.

Barrela. Teatro, 1ª edição 1976. Editora Símbolo.

O Abajur Lilás. Teatro, 1ª edição 1975. Editora Brasiliense.

Quando as Máquinas Param. Teatro, 1ª edição 1971. Editora Obelisco.

Navalha na Carne. Teatro, 1ª edição ilustrada 1968. Editora Senzala.

Oração para um Pé-de-chinelo. Teatro, Edição do Autor, s/d. Esgotado.

Novas Histórias da Barra do Catimbó. Contos. Edição do Autor, s/d.

O Abajur Lilás & Oração para um Pé-de-chinelo. Teatro, Edição do Autor, s/d.

Peças Teatrais
(com as datas em que foram escritas)

Teatro adulto
Barrela, 1958.
Os Fantoches, 1960. 1ª versão de Jornada de um Imbecil até o Entendimento.
Enquanto os Navios Atracam, 1963. 1ª versão de Quando as Máquinas Param.
Chapéu sobre Paralelepípedo para Alguém Chutar, 1965. 2ª versão de Os Fantoches.
Reportagem de um Tempo Mau, 1965.
Dois Perdidos numa Noite Suja, 1966.
Dia Virá, 1967. 1ª versão de Jesus-Homem.
Navalha na Carne, 1967.
Quando as Máquinas Param, 1967. 2ª versão de Enquanto os Navios Atracam.
Homens de Papel, 1968.
Jornada de um imbecil até o Entendimento, 1968. 3ª versão de Os Fantoches.
O Abajur Lilás, 1969.
Oração para um Pé-de-chinelo, 1969.
Balbina de Iansã, 1970 (musical).
Feira Livre, 1976 (opereta).
Noel Rosa, o poeta da vila e seus amores, 1977 (musical).
Jesus-Homem, 1978. 2ª versão de Dia Virá.
Sob o Signo da Discoteque, 1979.
Querô, uma reportagem maldita, 1979. adaptação para teatro do romance do mesmo título, escrito em 1976.
Madame Blavatsky, 1985.
Balada de um Palhaço, 1986.
A Mancha Roxa, 1988.
A Dança Final, 1993.
O Assassinato do Anão do Caralho Grande, 1995. adaptação para teatro da novela do mesmo título.
O Homem do Caminho, 1996. monólogo adaptado de um conto do mesmo título, originalmente intitulado Sempre em Frente.
O Bote da Loba, 1997.
Chico Viola, 1997 (inacabada).

Observações
Há um texto inacabado, escrito em 1969, intitulado A noite das diabas, que seria uma versão feminina de Barrela e que de fato resultou na peça A Mancha Roxa.
Em 1991, o ator Cacá Carvalho fez um espetáculo intitulado Vinte e cinco homens, que é uma dramatização do conto Inútil Canto e Inútil Pranto para os Anjos Caídos em Osasco, dramaturgia e direção de François Kahn, do Centro per la Experimentazione e la Ricerca Teatrale de Pontedera, Itália. Esse texto não deve, portanto, ser incluído na sua obra teatral, e sim literária.
O texto Ei, amizade! (não teatral) foi escrito a pedido de Dráuzio Varela e gravado em vídeo por Plínio Marcos, para ser exibido aos detentos da Casa de Detenção, SP, numa campanha para prevenção da AIDS no presídio.
Em 1975, Ademar Guerra dirigiu uma adaptação para dança de Navalha na Carne, para o Balé Stagium, coreografia de Décio Otero, com Márika Gidalli (Neusa Sueli), Décio Otero (Vado) e Milton Carneiro (Veludo). Como o texto de Navalha na Carne estava proibido pela Censura Federal, o espetáculo foi intitulado Quebradas do Mundaréu.

Textos Curtos

Verde que te Quero Verde, 1968.
Texto curto que fazia parte do espetáculo Feira Paulista de Opinião, que reunia textos de dramaturgos censurados.

Ai, que Saudade sa Saúva.
publicado no jornal Pasquim.

No que Vai dar Isso, setembro de 1994.

Índio não quer Apito ou Nhe-Nhe-Nhem, 11/6/1995.
Publicado na revista Mais, do jornal Folha de SP. Há fragmentos de uma 1ª versão com o título de Moderna História do Índio do Brasil.

Leitura capilar, 1997.
Publicado na revista Caros Amigos/maio de 1997/ Ano I, nº 2, p. 14

A Alma do Tietê, novembro de 1991.
Texto escrito para o espetáculo Parceiros do Tietê, realizado no SESC Pompéia, SP, no movimento pela despoluição do Rio Tietê. Interpretado por Cacá Carvalho.

Teatro Infantil
As Aventuras do Coelho Gabriel, 1965.
O Coelho e a Onça (História dos bichos brasileiros), 1988.
Assembléia dos Ratos, 1989.
Seja Você Mesmo (inacabada).

Fonte: site oficial do Plínio Marcos